Coleção Três Marias

Passado, presente e futuro materializados em joias singulares que apelam a tradição, união e História. Prata com banho de ouro e prata, formas geométricas e orgânicas, joias statement e de uso diário – polos desfasados que se encontram em pura harmonia neste duplo lançamento da joalheira portuguesa.

Maria – a avó Maria, a amiga Maria, a neta Maria, as Marias que fizeram História, as Marias que mudaram a nossa. Será difícil encontrar outro nome na língua portuguesa que reúna tantos significados, que apele a tantas memórias, que nos seja tão próximo e tão presente quanto Maria. A origem hebraica que atenta às conotações religiosas expandiu-se para uma multiplicidade de papéis e conotações que continuam a ganhar nome próprio a cada novo nascimento, como nome no topo da lista de mais escolhidos para os bebés a cada ano que passa. Falar das Três Marias é também homenagear uma parte do movimento feminista em Portugal – remetendo às escritoras de As Novas Cartas Portuguesas de 1972, Maria Velho da Costa, Maria Teresa Horta e Maria Isabel Barreno – e uma parte pessoal da vida da joalheira Raquel Poço – Maria é o nome da sua avó, mãe e filha. Assim, cada uma das peças é um pedaço de história e o seu nome está relacionado com o apelido das diferentes Marias que, das Artes à política e ciência, contribuíram para uma mudança estrutural em Portugal.

“Não tinha um plano fechado quando comecei a pensar e desenhar esta nova coleção”, explica Raquel Poço. “O nome Maria remete para tantas referências diferentes que se encontram num ponto em comum: a feminilidade. Foi este o meu ponto de partida, aliado à forma como gosto de criar, partindo de memórias pessoais e do ambiente que me rodeia.” Tal como na sua coleção de estreia Wabi Sabi, inspirada no Japão, os elementos da natureza marcam presença óbvia em Três Marias, acompanhados de um ADN de estilo assumidamente imperfeito fruto da produção manual que confere um caráter único a cada uma das peças. É assim num misto de referências culturais, emocionais e de moda que Três Marias nasce como uma coleção multifacetada, pensada para diferentes públicos, ocasiões e estilos pessoais. Criada com a mulher e as suas identidades como peça central, dá forma a alguns elementos-chave da joalharia contemporânea, acompanhados de alusões atemporais e centrados na liberdade de escolha que cada uma das joias apela.

A COLEÇÃO

Com um estilo de joalharia único, marcado por formas inesperadas, multiplicidade de texturas e inspirações intercruzadas, Três Marias incorpora uma estética clássica em designs reinventados e pormenores que apelam a um olhar atento. Simples, orgânica, rústica, esta é uma coleção que reforça a identidade visual da criadora e pede para ser interpretada com calma: brincos, colares, pulseiras e anéis formam uma mensagem consolidada de grupo, mas é nos detalhes que cada uma das peças ganha vida. O design mantém-se minimalista e o uso intemporal – com cada uma das peças produzida manualmente em prata e em prata com banho de ouro, a ausência de elementos adicionais permite que a silhueta de cada joia sobressaia e ao mesmo tempo se adapte a cada consumidora e ao seu estilo pessoal. Pensadas como ferramentas para exprimir a personalidade de quem as utilize, as joias Raquel Poço Jewellery dão espaço à identidade pessoal de cada mulher, servindo como complemento quer do look quer da personalidade.

Os brincos ganham diferentes dimensões, adequados a propósitos distintos, mas navegando entre o dia-a-dia e as ocasiões especiais. Os colares com medalhas com gravuras permitem a interação com outras joias ou o uso a solo, tal como as pulseiras que parecem materializar-se no braço de forma natural. Os anéis dividem-se entre estilos mais discretos e outros com formatos geométricos ou elementos centrais, podendo ser estilizados em conjunto ou separado. “Quando crio uma joia não tenho uma mulher específica em mente – crio-as como se fosse para mim, com todas as diferentes referências que ocupam a minha mente”, explica a joalheira que se deixa inspirar por técnicas artesanais de produção portuguesa – como a cerâmica, cestaria e tecelagem – e um olhar atento sobre o mundo aperfeiçoado a cada novo carimbo no seu passaporte. “Talvez por isso o sentimento mais recompensador – e aquilo que desejo com o meu trabalho – é ver alguém usar as minhas peças, saber que estou de alguma forma presente na sua vida diária e que provavelmente contribuo para que essa pessoa se sinta mais bonita ou confiante.”

A CAMPANHA

Um cenário 100% português acompanha a nacionalidade da coleção. Com referências estéticas que nos devolvem às nossas origens e nos afastam das distrações tecnológicas da modernidade, Três Marias é um manifesto de naturalidade, união e comunhão com a natureza. Como uma lufada de ar fresco que nos transporta para um lugar inalterado pelo tempo, elementos tradicionais portugueses misturam-se com uma paleta de tons de leveza – dos visuais ao cabelo e maquilhagem – que deixam os holofotes apontados sobre as novas joias Raquel Poço Jewellery. Célia Ferreira, Elisa Boto e Mafalda Beirão dão vida à definição atual de feminilidade, com as suas personalidades refletidas em cada fotografia e o seu estilo pessoal respeitado. No ambiente sereno de Mafra que espelha a mesma simplicidade aplicada ao trabalho de Raquel Poço, as imagens apelam a um lifestyle mindfulness, apreciando os pequenos detalhes do momento presente. A fotografia dividida entre a técnica analógica e digital remete para essa mesma dualidade entre passado e futuro e passa a mensagem primordial de Três Marias: uma identidade coletiva criada através do individual, respeitando a ancestralidade e voltada para um futuro de partilha, esperança e comunidade.

Nota: com uma política de slow fashion incorporada de raíz na marca, a coleção Três Marias será lançada em dois momentos.

 

 

Ficha técnica
Fotografia: Carolina Marta
Talentos: Célia Ferreira, Elisa Boto e Mafalda Beirão
Styling: Inês Isaias
Beauty: Beatriz Texugo
Vídeo: Entresuelo Films
Produção e direção criativa: Mess Studios

Coleção Wabi Sabi (わびさび)

Wabi Sabi (わびさび) é uma forma de celebrar a vida, com origem na cultura japonesa, que convida a apreciar a beleza da imperfeição e simplicidade e a aceitar a natureza transitória das coisas.

A primeira coleção de Raquel Poço Jewellery nasce de uma reflexão profunda, inspirada nesta sabedoria milenar. Guiando-nos por ideias de despojamento e simplicidade, a autora apresenta-nos peças únicas que mantêm a sua essência através de linhas inacabadas e orgânicas, mas plenas de sentido.

Cada joia é produzida de forma artesanal, resultando numa obra única e original, que vai de encontro a esta filosofia de imperfeição perfeita.

Para a coleção Wabi Sabi, foram escolhidos nomes poéticos, que conjugam várias facetas desta ideologia e forma de estar na vida.

 

 

 

Fotografias por Jack and the Lady e António Santos

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